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Nossa História

Em 1961 abaixo assinado tentava impedir a destruição do "zigue-zague"





Ziguezague – Apelido da parte final da Rua 13 de Maio, onde descia em forma sinuosa e abrupta até a margem do Rio Taquari.
Os mais ousados arriscavam descer o Zigue-zague de bicicleta, o que Flávio Jaeger relembra, quando foi de carona com Rugard E. Schmidt.
O tombo deixou-o de molho por alguns dias.
O espaço está ocupado pela fábrica da Polar.


Zigue-zague






Transcrição do texto:

Ilustríssimo
Sr. Presidente da
Câmara de Vereadores
Estrela

"Os abaixo assinado, moradores da "praia", nas imediações da última quadra da rua Treze de Maio onde se encontra o chamado "Zig Zag", vem, respeitosamente dizer a Vs. Excia. que, sabedoures que esta Câmara aprovou um requerimento da Polar S. A., para doação da referida rua a mesma firma, a pretexto de instalação de nova indústria, e que, próximamente estará na Câmara um projeto de lei que transforma tal ato em lei, querem, por meio deste, protestar lei sesolução, que fere seus direitos e lhes tira as vantagens de uma ligação cômoda até o centro da Cidade, por uma rua tradicional em nossa comuna.

E para firmar seu protesto, REQUEREM, da Va. Excia. que não seja aprovado tal, projeto de lei, que só trará prejuizos aos abaixo assinados e a todo povo de Estrela.

Estrela, 27 de junho de 1961






Zigue-zague Zigue-zague Zigue-zague Zigue-zague



E é com satisfação que vejo o nome de meu avô, André Scheibel, morador da rua 13 de Maio na parte mais alta do "zigue-zague" onde tinha a sua alfaiataria, conforme mostra a foto abaixo, ser o primeiro a assinar a lista.


André Scheibel André Scheibel


Zigue-zague Zigue-zague Zigue-zague Zigue-zague Zigue-zague Zigue-zague


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Em 13 de janeiro de 1966 nascia o Jornal Nova Geração




Nova Geração



Nome de uma rua em Estrela, conforme Lei nº 1.725, de 19/10/1981.
Paralela entre as Ruas Rádio Alto Taquari e Gernot Costa, com duas quadras de extensão, liga a Rua Júlio Carlos Lohmann à Rua Oscar Leopoldo Kasper, no Bairro dos Pinheiros, distando duas quadras da BR 386.
É uma homenagem ao jornal Nova Geração.

Sua primeira edição surgiu em 13/01/1966, como Órgão Semanal Independente da Juventude Estrelense, em tamanho ofício, com 4 páginas mimeografadas, distribuição gratuita e circulação nas quintas-feiras.
A primeira tiragem foi de 50 exemplares.
No mesmo dia, foi feita uma segunda tiragem, de 200 exemplares.
O cabeçalho do jornal e seu "expediente" estavam impressos, com a lista dos fundadores: João Batista de Queiroz, Adonis Valdir Fauth, Astor Francisco Hauschild, Rosemarie Neururer e Euds Pereira Furtado.


A partir da edição de n.º 15, de 23/04/1966, constou a nominata da direção: Roque Olavo Bracht, Adonis Valdir Fauth, Mário Miranda Ehlers, Paulo Renato Rücker, João Batista de Queiróz, e mais Paulo A. Gomes, na edição seguinte, bem como Danilo Luís Bersch, desde 20/05/1966 e Adilson Fauth e Normélio David Eckert, desde 23/07/1966.
Atuaram ainda Artêmio Portz, Antônio Luís Rücker e Bernardete Eckert Fauth.
Em 18/08/1969, foi o jornal registrado em Cartório, assinando como presidente Adonis Valdir Fauth, seu sócio diretor-gerente.
Com 4 páginas, no primeiro ano, as edições semanais eram datilografadas e mimeografadas.
A partir do n.º 63, de 25/03/1967, com 8 páginas, o jornal foi impresso na gráfica de O Paladino.


Nova Geração Nova Geração Nova Geração Nova Geração



Como Suplemento especial da revista Conheça, surgiu desde 06/09/1969, a Nova Geração - Sucursal de Lajeado.
O redator responsável era Oswaldo Carlos Van Leeuwen.
O n.º 14 foi sua última edição, de 13/12/1969.
No 7º aniversário, edição de 08/01/1972, além dos pioneiros mencionados, o jornal lembrou ainda os nomes de Ati Azambuja, Érico Sauer, Milton Tenn-Pas e Eligius Hallmann.
Os que atuavam no jornal eram jovens, sem serem jornalistas profissionais.
O jornal era feito num espírito totalmente amador, cada qual responsável por um setor, elaborando os textos depois do expediente de suas tarefas diárias, como bancários, professores, advogados.
O editorial era escrito pelo grupo, assinado por Todos Nós, como resultado de um consenso dos redatores presentes, opinando, efetivamente e corajosamente, sobre o que de mais importante acontecia em Estrela.
Políticos antigos e "velhas raposas" não gostavam desta liberdade e coragem dos jovens redatores.
Com certeza, a sentinela jovem impedia que fossem tomadas decisões em prejuízo de Estrela! Com uma dezena de "jornalistas", atuando de dia nos diversos setores da cidade, facilmente chegavam às fontes das notícias, mesmo que fosse a nível nacional, pois alguns mantinham ligação a familiares de generais importantes.
Sem que o grupo conhecesse detalhes da lei e censura, no período revolucionário, na edição de 20/09/1969, deu o "furo" nacional, com a manchete Novo Presidente da República pode ser general ligado à Estrela, com a notícia da candidatura do Gen. Orlando Geisel para presidente da República.
O Nova Geração foi notícia nacional, citada na revista Veja, com uma concentração de repórteres e TV em Estrela.
De fato, saiu a escolha do Gen. Ernesto Geisel.
A liberdade de imprensa, certa vez, custou o corte drástico de um pagamento de espaço publicitário da Prefeitura.
Por essa razão, o jornal circulou com todas as páginas em branco, o que repercutiu na grande imprensa. Nas edições seguintes, a comunidade exigiu que o jornal voltasse a circular, com a mesma característica.
Oswaldo Carlos Van Leeuwen adquiriu, em 16/04/1977, a propriedade do jornal, fortemente comprometido com a população de Estrela, Colinas e Bom Retiro do Sul.


Nova Geração Nova Geração Nova Geração Nova Geração Nova Geração



Por longo tempo, circulou duas vezes por semana.
Integrando a Rede Vale de Comunicação Ltda.
o Jornal Nova Geração se modernizou, mas adequou a liberdade de informação aos interesses dos seus anunciantes e patrocinadores.
De bissemanal, voltou a ser semanal.


Nova Geração


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Algumas imagens foram extraídas do jornal Nova Geração
Fonte: Dicionário de Estrela de José Alfredo Schierholt



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Nilo de Miranda Ruschel




Nilo de Miranda Ruschel



Nilo de Miranda Ruschel

Deputado estadual, advogado, professor universitário, jornalista, radialista, cronista, escritor e literato, e membro da Academia Rio-Grandense de Letras e diretor da Rádio Universidade.
* 05/01/1911, em Estrela, + 17/03/1975, em Porto Alegre.
Filho de Pedro Alberto Ruschel e Rita Bittencourt.
Casado com Carmen Alves, filho Eugênio Alves.
Com 11 anos de idade prosseguiu seus estudos em Porto Alegre, no Colégio Anchieta.
Em 1931, iniciou como locutor na Rádio Gaúcha, transmitindo a Festa da Uva em 1932, a primeira transmissão ao vivo fora de Porto Alegre.
Depois, veio atuar na Rádio Difusora.
Um ano antes de se formar em Direito pela UFRGS, publicou seus versos em Canções de Luz e Sombra (1934), O Gaúcho a Pé (1960) e Rua da Praia (1971).
Na poliantéia Rio Grande do Sul - Imagem da Terra Gaúcha, edição de 1942 (páginas 109-117) revelou-se um dos pioneiros no turismo como fonte de recursos e cultura, analisando aspectos no seu artigo Turismo no Rio Grande do Sul.
Na revista Província de São Pedro, 13, em 1949, escreveu sobre Experiência de Ficção.
Na revista Estudos, n.º 60, em 1956, escreveu Um pouco sobre Rádio.
Além de professor de Rádiojornalismo na UFRGS, exercia funções jornalistas como redator da Folha da Tarde e Diário de Notícias.
Tem muitas crônicas, artigos e pesquisas no Correio do Povo, com algumas reproduções em O Taquaryense.
Em 10/03/1939, foi empossado como Oficial de Gabinete do prefeito de Porto Alegre, José Loureiro da Silva, contribuindo na celebração do Bicentenário da Colonização de Porto Alegre, em 1940.
Como suplente pelo PTB, entrou em exercício de deputado na Assembléia Legislativa em 1949, onde foi autor do projeto regulamentando a concessão dos serviços telefônicos no RS.
Diversos decretos de Getúlio Vargas deixavam dúvidas sobre o poder concedente.
Assim, pela Lei Ruschel, as concessões locais ficaram com os municípios e as intermunicipais com o Estado.
Por sua sugestão, transmitida pela filha, jornalista Sílvia Ruschel, em dezembro de 1982, foi colocado no Parque Moinhos de Vento, em Porto Alegre, um moinho de vento, estilo açoriano.
Porto Alegre o homenageia com nome de avenida, na Vila Petrópolis.
Não tem nome de rua em Estrela porque, em vários casos, a Câmara prefere denominações inexpressivas para sua história.


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Fonte: Dicionário de Estrela de José Alfredo Schierholt




Rua da Praia



Rua da Praia

A Editora da Cidade da Secretaria Municipal de Cultura (SMC) relança o livro Rua da Praia.
Escrita pelo radialista, escritor e jornalista Nilo Ruschel, o homem que batizou Porto Alegre de “cidade sorriso”, a obra é uma pequena jóia evocativa de um tempo considerado glorioso por aqueles que o viveram.
O livro registra os personagens, o comércio e os acontecimentos marcantes da via que, até hoje, permanece no imaginário dos porto-alegrenses como a mais charmosa e importante da cidade.









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Edvino Kilpp - Kilpp & Cia




Kilpp & Cia



Kilpp & Cia

Iniciou como Azambuja & Kilpp, empresa concessionária da Ford em Estrela, com contrato assinado em 07/04/1930, formada por Euclides B. Azambuja e Edvino Kilpp.
Em 1938, com a saída de Euclydes, a empresa tomou o nome de Kilpp & Cia.
O escritório se localizava na Rua Marechal Floriano, 97.
Em 1972, foi alterada para Kilpp S. A. Veículos, retornando à denominação anterior, em 13/07/1991.
O distrate da empresa foi assinado em 10/07/2001, por Günther Ricardo Wagner e seu filho Ricardo Wagner.



Edvino Kilpp
Edvino Kilpp
Nome de rua em Estrela, conforme Lei nº 2.582, de 28/09/1993.
No Bairro Oriental, paralela com a divisa do Bairro das Indústrias, tem três quadras de extensão, ligando a Rua Sen. Lauro Müller à Rua João Inácio Sulzbach.
Um trecho de pavimentação com paralelepípedos foi feito em 2003, em parceria entre moradores e Prefeitura Municipal.
É uma homenagem ao empresário comercial em Estrela.
Casado com Olga Kilpp (+).
* 15/10/1906, + 13/02/1972, em Xangri-lá.


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Fonte: Dicionário de Estrela de José Alfredo Schierholt



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Prefeitura de Estrela




Prefeitura de Estrela


Foto: Prefeitura – Inauguração em 20/05/1955.



Extraido do semanário A VOZ DO ALTO TAQUARI, de 09/06/1955, nos festejos dos 79 anos de criação do Município de Estrela, em 20 de maio de 1955, a inauguração do assim chamado Palácio Municipal de Estrela.
Lamentavelmente, infelizmente, imperdoavelmente o então prefeito Adão Henrique Fett demoliu o antigo prédio.
Este era um cartão de visita para Estrela, um retrato de identidade da antiga cidade.
O sobrado tinha sido construído por Antônio Vítor de Sampaio Mena Barreto, em 1872.
Lá morou por uns 13 anos, pois vendeu o palacete para o município de Estrela, para nele instalar o Paço Municipal, depois denominado Intendência, por muitos anos, até 1930, quando tomou o nome de Prefeitura Municipal.
Fett podia ter construído a nova Prefeitura noutro local e preservar aquele monumento histórico.
No ato de inauguração do prédio atual, Renato Alves de Oliveira, promotor de Justiça e vereador, fez o discurso de corte da placa de inauguração.
Dr. Ito João Snel, presidente da Câmara de Vereadores, discursou no descerramento do retrato do prefeito Adão H. Fett.
No recinto da Câmara, foi inaugurado o retrato do general Ernesto
Dorneles, que dois meses antes entregara o cargo de governador do Estado. Para a entronizarão das bandeiras, falou Dr. Lauro Reinaldo Müller.
No saguão, foi exposta a galeria dos retratos dos vereadores, falando Evaldo Velho Osório, vereador, sargento e comandante do Destacamento da Brigada Militar em Estrela.
Seguiu-se um desfile estudantil, assistido por grande multidão de pessoas.


Prefeitura de Estrela Prefeitura de Estrela



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Fonte: www.abrindobaudoschierholt.blogspot.com.br



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Guilherme Ruschel e Paulina Hennemann




Guilherme Ruschel e Paulina Hennemann



Com larga descendência no Vale do Taquari, Guilherme Ruschel foi um grande empresário comercial, proprietário do Hotel Ruschel.
Nasceu em 6 de julho de 1871, em Escadinha, município de Feliz, sexto filho de Miguel Ruschel e de Ana Maria Schöler.
Com um ano de idade, acompanhou a família para se estabelecer em Estrela.
Casou-se em 12/05/1903 com Paulina Hennemann, nascida em 15/09/1860 e falecida em 10/09/1942, tendo os filhos Ivo Vicente (nascido em 20 de fevereiro de 1904 e falecido em 26 de agosto de 1969), Eduvirges ou Edviges (casada com Antônio Mário Kroeff), Maria Gabriela (casada com Valdemar Jaeger, de Lajeado), Ida Anita (casada com Jean Hanquet), Érica (casada com Emílio Tietzmann); Verena (casada com Arnaldo José Diel), Guido (nascido em 16 de maio de 1916 e falecido em 23 de janeiro de 1938) e Maria Dula (casada com Artur Valter Roennau).
Auxiliou seu pai na administração dos negócios no antigo sobrado de Vítor Sampaio Mena Barreto, depois transformado em Hotel Ruschel, o que ele adquiriu ou herdou.
A favor da política situacionista do Partido Republicano, durante o governo municipal de Manuel Ribeiro Pontes Filho, em 1913, foi comissário secional na vila de Estrela.
Faleceu em 2 de junho de 1929.


Guilherme Ruschel e Paulina Hennemann Guilherme Ruschel e Paulina Hennemann



Foto: Guilherme e Paulina Ruschel, nas bodas de prata em 12/05/1928.
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Alexandre Bernardo Frederico Snel



Nossa História


Alexandre Bernardo Frederico Snel









Médico em Estrela, com Clínica Médicocirúrgica.
Ex-assistente dos professores: Geheimrat Kümmel e Oberarzt Rüder, com larga freqüência dos principais hospitais de Hamburgo Charité e Königl Klinik, Berlim conforme O Labor, de 15/09/1917.
D. 1911, pela Ufrgs.
Regressou de cursos de especialização em cirurgia e partos da Europa, em 1913.
Trouxe consigo o primeiro aparelho Raios-X (Röntgendiagnose) no Vale do Taquari.
Com os anos, ampliou o espaço físico, chegando a estabelecer um pequeno hospital, na rua Borges de Medeiros, 282, mais tarde sede do Codesti.
Em 1935, retornou à Europa para atualizar seus conhecimentos.
Anexa à Clínica, mantinha um laboratório e endoscopia. Não se conheciam os efeitos de manuseio do Raio X sem proteção, por isso veio a ser vitimado por ele, tornando-se, assim, um mártir da medicina - registra Nilo Ruschel, em Correio do Povo, de 27/05/1966.
* 1887, em Estrela, + 30/05/1935, em Porto Alegre, 4º filho de Geraldo Nicolau Snel e Maria Elisabeta Horst Snel, casado com Hilda Rothfuchs (+ 1977, em Novo Hamburgo), tendo os filhos Ariberto, Adalberto e Dagoberto.







Alexandre Bernardo Frederico Snel


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Fonte: Dicionário de Estrela de José Alfredo Schierholt



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Geraldo Nicolau Snel




Geraldo Nicolau Snel




Farmacêutico em Teutônia e Estrela.
Formado em 1870 na farmácia na Universidade de Leyden, Holanda, serviu o exército.
Emigrou para o Brasil, estabelecendo-se em Teutônia em maio de 1875.
Como em Teutônia ninguém adoecesse, menos de três anos depois, transferiu sua “Apotheke” (botica) para Estrela.
Atuou como "médico", especialmente durante a epidemia da varíola, em 1892.
Foi nomeado vice-intendente, em 1903-1904, substituindo Francisco
Ferreira de Brito várias vezes.
A partir de 1913, auxiliou seu filho Dr. Alexandre como anestesista. Sentindo-se mais velho, transferiu-se para Porto Alegre, segundo noticiou O Paladino, de 30/04/1922.
Vendeu sua farmácia a Eraldo Christ. * 29/12/1850, em Amsterdã, + 01/09/1936, em Santa Cruz do Sul, onde estava de passeio, filho de Gerbrand Nicolaus Snel e Cristina Schmidt Snel.
Casado com 1876 Maria Cristina Elisabeta Horst (* 23/05/1851, + 27/01/1933), deixando os seguintes filhos: Geraldo Nicolau, Artur H. (v.), Dr. Alexandre Bernardo Frederico, Eugênio, que já tinha falecido; Amanda e outra filha, casada com Oto Schmidt.


GERALDO NICOLAU SNEL
Vice-intendente nomeado
De 1903 a 1904


Esteve à frente da administração local por ocasião em que o intendente de então, coronel Francisco Ferreira de Brito, entrara no gozo de uma licença – conforme O Paladino, 30/04/1922, ao noticiar sua transferência para Porto Alegre, em 26 de abril.
Segundo o Relatório de 15/10/1904, o intendente Brito informou ao Conselho achar-se acéfalo o cargo de vice-intendente, em virtude da renúncia feita pelo honrado major Dr. Geraldo N. Snel.


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Fonte: Dicionário de Estrela e Estrela Ontem e Hoje de José Alfredo Schierholt



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Ito João Snel




Exerceu o cargo de Prefeito pelo espaço de 11 meses, em 1952


Ito João Snel






Médico-cirurgião, obstetra, clínico geral, vereador, presidente do Poder Legislativo e chefe do Poder Executivo em Estrela.
Iniciou em Estrela, onde fixou residência e consultório, conforme O Paladino, de 05/12/1931.
Transferiu-se para Arroio da Seca, onde foi diretor técnico e administrativo do Hospital-Policlínica.
Lá por 1938, já vinha atender clientes em Estrela, aos domingos e quartas-feiras, até vir se estabelecer em Estrela definitivamente.
D. 1932, pela Ufrgs; sócio fundador da Smat, em 1947; sócio fundador da Unimed.
Filiado no PL, foi vereador de Estrela, eleito pela Frente Única, nas eleições de 17/11/1935 e cassado em 10/11/1937.
Reeleito em 01/11/1951, pelo PL, exerceu o segundo mandato, de 31/12/1951 a 31/12/1955.
Nessa oportunidade, ocupou a presidência do Legislativo e exerceu o cargo de Prefeito pelo espaço de 11 meses, em 1952, substituindo o então prefeito Adão Henrique Fett.
Na eleição de 03/10/1955, foi eleito para um terceiro mandato, de 31/12/1955 a 31/12/1959.
Foi presidente da Sociedade Evangélica Educacional Estrela, empenhando-se na construção do Colégio Martin Luther.
Rotariano de 1949 a 1971, presidiu o Rotary Internacional de Estrela, em 1950-1951, além de vários outros encargos.
Foi um dos fundadores do Estrela Tênis Clube e do Estrela Futebol Clube.
Fundou e, por três anos, junto à Soges, dirigiu o Grupo de Esgrimistas.
Foi ainda o precursor da indústria têxtil em Estrela e na região, através da firma Lajestre.
* 27/08/1907, + 25/01/1972, em Estrela, filho de Cristiano Pedro Eugênio Snel e Augusta Leontina Snel, casado com Adelheid Hertha Snel.
Sem ser lembrado com nome de rua nesta cidade.





Ito João Snel


DR. ITO JOÃO SNEL
Presidente da Câmara de Vereadores


Nessa oportunidade, ocupou a presidência do Legislativo e exerceu o cargo de Prefeito pelo espaço de 11 meses, em 1952, substituindo o então prefeito Adão Henrique Fett - conforme o jornal Nova Geração, de 29/01/1972, noticiando o seu falecimento.
O livro de posse dos prefeitos, vice-prefeitos e presidentes da Câmara, em exercício como prefeito municipal, daquele período, foi extraviado, misteriosamente. Jornais locais, na época, não existiam ou não sobreviveu algum exemplar.
Não nos chegaram registros de sua administração interina, relativamente longa, de quase um ano, segundo o referido jornal, registrado 20 anos depois.


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Fonte: Dicionário de Estrela de José Alfredo Schierholt



09/01/2014 - Bombeiros de Estrela controlam princípio de incêndio em residência no bairro Cristo Rei




Plantão de Polícia
Por volta das 16h20 de hoje, o Corpo de Bombeiros foi acionado para controlar um princípio de incêndio em uma residência situada na rua Salgado Filho, bairro Cristo Rei.
As chamas iniciaram no sótão da casa por causas desconhecidas.
Não houve maiores prejuízos.
A moradora Rosimeri da Silva, que inalou fumaça, foi encaminhada pelo Samu ao Pronto Socorro do Hospital Estrela.
A casa de saúde não informa o estado de saúde da vítima.



Nossa História

Getúlio Vargas




Getúlio Vargas


Getúlio Vargas - Nome de uma travessa em Estrela, conforme Lei nº 2.887, de 13/09/1996.
Por respeito, deveria ser Travessa Presidente Getúlio Vargas. Liga a Rua Padre José Junges com a Travessa Miguel Friedrich, no Bairro Boa União.
Homenageado também em quase todas as cidades do Vale do Taquari, Getúlio Dorneles Vargas, seu nome completo, foi deputado estadual, de 1909 a 1913, reeleito várias vezes, de 1916 a 1923; deputado federal, de 1923 a 1925; ministro da Fazenda, de 1926 a 1928; presidente do Rio Grande do Sul, de 25/01/1928 a 11/10/1930.
Indicado por Minas Gerais, em 30/07/1929, é lançado oficialmente como candidato a presidente da República, na eleição de 01/03/1930, quando é derrotado nas urnas.
Em 03/10/1930, liderou a Revolução, derrubou o governo e assumiu como presidente provisório do Brasil, de 03/11/1930 a 17/07/1934, prosseguindo como presidente constitucional.
Em vez de promover eleições presidenciais, em 10/11/1937 deu o golpe de Estado, instaurando a ditadura pelo Estado Novo, até ser deposto, em 29/10/1945.
Em 02/12/1945, foi eleito senador e deputado federal, de 1946 a 1950.
Eleito presidente da República, governou de 31/01/1951 a 24/08/1954, ao se suicidar.

Como presidente do Brasil, foi o primeiro a visitar Estrela - conforme a revista Jubileu Diamante Estrela - 1876 - 20 de Maio - 1951.

* 19/04/1882, em São Borja, + 24/08/1954, no Rio de Janeiro, filho de Manuel do Nascimento Vargas e Cândida Dorneles, casado com Darcy Sarmanho Vargas.


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Fonte: Dicionário de Estrela de José Alfredo Schierholt



Nossa História

ALBERTO SCHMITZ




ALBERTO SCHMITZ


Iniciou como professor particular em aula subvencionada pelo Estado na Linha Júlio de Castilhos, no então Distrito de Roca Sales, nomeado em 1910, tendo 80 alunos, em 1916.
Foi tesoureiro da Deutscher Katholischer Lehrerverein (Associação dos Professores Alemães Católicos), em 1923.
A entidade mantinha um fundo de assistência mútua que dispunha de 13 contos de réis, na época.
Professor na comunidade católica de Conventos Vermelhos, conforme Mitteilungen nº 5, de maio de 1936.
Foi conselheiro municipal de Estrela, eleito em 15/08/1928, com 1.090 sufrágios, em exercício de 15/10/1928 a 11/11/1930, escolhido para presidente da Mesa, de 15/10/1929 a 15/10/1930.
O mandato foi cassado pela ditadura getulista, em 03/12/1930.
Em 15/11/1947, foi eleito pelo PTB vereador constituinte e presidente da Câmara, de 09/12/1947 a 31/12/1951.
Em 01/11/1951, foi reeleito, pelo PTB, com mandato de 31/12/1951 a 31/12/1955, novamente escolhido para presidente da Câmara Municipal, entrando em exercício como prefeito municipal, em 16/07/1953.
Em Roca Sales, foi presidente reeleito da diretoria da Casa de Saúde Roca-Salense, para o biênio 1931-1933.
* 13/06/1888, + 20/06/1959, filho de Matias Schmitz, casado com Catarina Schaeffer.



13ª Legislatura
De 15/10/1928 a 03/12/1930
JOSÉ RAYMUNDO RUSCHEL
De 15/10/1928 a 15/10/1929
ALBERTO SCHMITZ
De 15/10/1929 a 15/10/1930
JOSÉ RAYMUNDO RUSCHEL
De 15/10/1930 a 03/12/1930


Eleito Augusto Frederico Markus como último intendente de Estrela, nas eleições municipais de 15/08/1928 o Partido Republicano Rio-grandense e Partido Libertador elegeram os sete últimos conselheiros de Estrela, com o respectivo número de votos:
José Raymundo Ruschel - PRR: 1.088
Edvino Schaeffer - PRR: 1.105
Alberto Schmitz - PRR: 1.090
Reinoldo Willrich - PRR: 1.080
Henrique Afonso Hoffmann - PRR: 1.101
Clemente Afonso Mallmann - PRR: 771
Reinaldo Dahmer - PL: 674.
O último foi o único conselheiro que os libertadores conseguiram eleger. Antônio Matias Brentano, com 488 votos, foi seu suplente.
Segundo o Relatório de Augusto Frederico Markus, apresentado em 20/10/1930 ao Conselho Municipal, na segunda Mesa diretora, estava na presidência do Poder Legislativo estrelense o professor Alberto Schmitz, sendo vice-presidente Edvino Schaeffer, secretário José Raymundo Ruschel e demais conselheiros Clemente Afonso Mallmann, Reinoldo Willrich, Reynaldo Dahmer e Matias Brentano.
Foi um período muito perturbado. A Mesa diretora teve três alterações.
Como está historiado noutra seção deste livro, a varredura feita por Getúlio Vargas em todo o território nacional, em 03/12/1930, também atingiu o povo de Estrela, sendo cassados os mandatos de seus representantes no Conselho Municipal.
O Conselho Municipal de Estrela se reuniu, sob a presidência de José Raymundo Ruschel, para tomar conhecimento do Decreto n.º 19.398 do novo governo.
Num único "canetaço" Getúlio Vargas fez a maior cassação de todos os tempos: extinguiu os mandatos eleitorais de todos os presidentes e vice-presidentes dos Estados e Territórios, de todos os senadores, deputados federais e estaduais, de todos os intendentes, vice-intendentes e conselheiros municipais do Brasil.
Ao mesmo tempo, inaugurou o maior festival de nomeações de interventores federais e prefeitos municipais.
Depois de explicar os motivos da reunião, em nome dos conselheiros, o presidente Ruschel disse que, ao deixar o mandato que o povo estrelense lhes conferira levavam na consciência a satisfação plena de o ter cumprido com fidelidade, e faziam votos pela felicidade pessoal do ilustre edil... - conforme O Paladino, de 22/11/1930 - O Cel. Markus lamentou a dissolução do Conselho que o privava da sua colaboração, visto que recebera ordem do Dr. Presid ente do Estado de permanecer à testa do governo até ulterior deliberação.
Por 5 anos e 1 mês ficou Estrela sem o exercício do Poder Legislativo.
O Conselho Municipal foi extinto. O interventor municipal, com o novo título de prefeito, nomeado pela Interventoria estadual, estava assessorado por uma corporação, identificado por Conselho Consultivo.


15ª Legislatura
De 09/12/1947 a 31/12/1951
ALBERTO SCHMITZ
O mesmo período


O governo municipal de Oscar Leopoldo Kasper, como prefeito, e de Alberto Schmitz, como presidente da nova Câmara de vereadores, deve ser inserido dentro do contexto da história do Brasil e do RS.
O retorno à democracia era um anseio nacional que culminou com a derrubada de Getúlio Vargas e o desmoronamento do seu Estado Novo.
Entre as pregações democráticas, precursoras dos partidos políticos, estava a União Social Brasileira, pregada por Alberto Pasqualini no Rio Grande do Sul.
Na região, destacava-se como propagador da USB Dr. Baiard de Toledo Mércio, através do seu jornal O Alto Taquari.
Como Getúlio Vargas havia lançado a semente do Partido Trabalhista Brasileiro, em 1945, com ele se identificou a USB, propagando as idéias sociais em benefício do trabalhador.
A classe empresarial e conservadora se abrigou sob as asas do Partido Social Democrático, também de inspiração getulista, com o objetivo de unificar as forças., o que levou de volta Getúlio Vargas ao poder, em plena democracia...
Na convenção partidária do Partido Social Democrático - PSD, de 15/09/1947, os que estavam no poder elaboraram a chapa dos candidatos a prefeito, Oscar Leopoldo Kasper, a vice-prefeito, Augusto Driemeyer e para vereadores os senhores Roberto Reckziegel, Arnaldo Goellner, Adolfo Lautert, R. Afonso Augustin, Alberto Schmitz, Walter Merger, Irineu d' Anunzio Rota, Fridolino Stapenhorst e Ewaldo Ahlert.
Depois de lidos estes nomes, os presentes coroaram os mesmos com calorosa salva de palmas, em sinal de franco apoio.
Sem dúvida alguma, nas convenções partidárias do Partido Trabalhista Brasileiro - PTB, do Partido Libertador - PL, do Partido de Representação Popular - PRP e da União Democrática Nacional - UDN, o fenômeno era o mesmo.
Um grupo faz a chapa e os membros presentes batem palmas. Resta ao eleitor comparecer na eleição e votar nos candidatos que o "grupo" escolheu...
Segundo a Constituição de 1946, cabia a Estrela 9 vereadores. Feita a campanha eleitoral, em 15/11/1947, foram eleitos os seguintes vereadores da nova Câmara Municipal:
Alberto Schmitz, de Roca Sales - PSD - Presidente da Câmara.
Adolfo Lautert, da linha Glória - PSD
Wilibaldo Wiethölter, de Beija-Flor - PL
Ruben Gerhardt, de Estrela - PRP
João José Horn, comerciante em Estrela - UDN
Ewaldo Ahlert, comerciante em Teutônia - PSD
Fridolino Stapenhorst, comerciante em Colinas - PSD
João Spies, de Roca Sales - PTB
Irineo d' Anunzio Rota, de Roca Sales - PSD.
Dos 9 vereadores eleitos, 5 foram do PSD, e um vereador para cada um dos 4 partidos.
Com 518 votos, Irineu D’ Anúncio Rota foi o mais votado. Interesses privados em Roca Sales impediam para que exercesse a presidência da Câmara de Vereadores.
Foi escolhido presidente da Câmara Alberto Schmitz, professor na linha Júlio de Castilhos, com larga experiência como conselheiro e presidente do Conselho Municipal.
É preciso mencionar a divergência de datas quanto à posse dos vereadores.
Fortunato Pimentel, em Aspectos Gerais de Estrela, em abril de 1951, página 37, afirma que foi em 26/11/1947 a abertura da Câmara de Vereadores, sob a presidência de Alberto Schmitz.


16ª Legislatura
De 31/12/1951 a 31/12/1955
ALBERTO SCHMITZ
1952-1954
DR. ITO JOÃO SNEL
1955


Em 01/11/1951, houve eleições municipais, eleito Adão Henrique Fett para prefeito. Como se percebe, o PRP e a UDN não elegeram nenhum representante na Câmara.
O "Queremismo", denominação dada ao movimento que queria o retorno de Getúlio Vargas como sucessor de Eurico Gaspar Dutra, aterrissou em Estrela e cresceu, elegendo três vereadores pelo Partido Trabalhista Brasileiro.
O Partido Libertador aglutinava antigas forças, marginalizadas pelo castilhismo, também levou três vereadores para a Câmara.
O Partido Social Democrático, sentindo-se vitorioso na coligação com o PL para eleger seu prefeito, não se empenhou muito na campanha, perdeu duas vagas e elegeu também três vereadores.
Era o perfeito equilíbrio de forças políticas. No salão nobre da Câmara de Vereadores há o quadro mais antigo, com as fotos dos seguintes vereadores:
Prof. Alberto Schmitz - PSD - presidente da Câmara
Olívio Dahmer - PL - vice-presidente
João Spies - PTB - secretário
Dr. Ito João Snel - PL - líder do governo e presidente.
Prof. Guillebaldo Ahlert - PSD
Prof. Edvino Schneider - PL
Dr. Renato Alves de Oliveira - PTB
Beno Gaussmann - PSD
Érico Driemeyer - PTB
Na falta de arquivo, ao que consta, entre os suplentes assumiram também: Wilibaldo Wiethölter, do PL; Adolfo Lautert, da linha Glória, pelo PSD; José Frontino Braun, do PTB, e Osvino Walter Tende.
Em 1955, Dr. Ito João Snel assumiu a chefia do Poder Executivo.

ALBERTO SCHMITZ não é lembrado com nome de rua em Estrela


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Fonte: Dicionário de Estrela e Estrela Ontem e Hoje de José Alfredo Schierholt



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Os Trapalões em Estrela




Os Trapalões Os Trapalões Os Trapalões Os Trapalões Os Trapalões Os Trapalões Os Trapalões


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"Calçadão"




Calçadão Calçadão Calçadão Calçadão Calçadão Calçadão Calçadão Calçadão Calçadão Calçadão Calçadão Calçadão Calçadão Calçadão Calçadão Calçadão Calçadão Calçadão Calçadão Calçadão Calçadão Calçadão Calçadão Calçadão


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Belvedere




Belvedere Belvedere Belvedere Belvedere Belvedere Belvedere Belvedere Belvedere


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Em 1950 Estrela fazia o "Carnaval Aquático"




Carnaval Aquático Carnaval Aquático Carnaval Aquático Carnaval Aquático


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Em 1979 a rua 13 de Maio fez homenagem ao "Cascalho"




Cascalho Cascalho


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Zé Moreno e Sertãozinho




Se apresentavam nos programas da Rádio Alto Taquari de Estrela, na rádio Independente de Lajeado e participavam de diversas promoções comunitárias.
Zé Moreno e Sertãozinho gravaram diversos discos (LP).
Por ocasião do 2º Festival da Música Regional, realizado no Bailão do Darci Silva no ano de 1979, em Porto Alegre, ocasião do lançamento do seu primeiro LP.
Em 1981 receberam o apoio da administração municipal, através do prefeito Hélio Musskopf, para produção de mais um LP com o título “Juro e Correção Monetária”, gravado na ISDAEC em Porto Alegre.
O disco era composto de músicas sertanejas sendo três de autoria de Zé Moreno e 3 de autoria de Sertãozinho além de vários compositores gaíchos.

Zé Moreno faleceu em 2009 e Sertaozinho em 2010.


Zé Moreno e Sertãozinho Zé Moreno e Sertãozinho Zé Moreno e Sertãozinho Zé Moreno e Sertãozinho Zé Moreno e Sertãozinho Zé Moreno e Sertãozinho Zé Moreno e Sertãozinho


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Walmor Bergesch




Autodidata, sempre estudou muito sobre TV: assinava exatamente 40 revistas, americanas e européias.
“Eu sempre busquei o conhecimento, onde ele estivesse”, Walmor Bergesch.


Walmor Bergesch





Nasceu na cidade de Estrela, em 10 de abril de 1938, e 16 anos depois estava atuando na emissora local, a Rádio Alto Taquari.
O adolescente, que todos os domingos freqüentava o programa de auditório, foi convidado para se apresentar e demonstrar sua habilidade musical: tocar gaita de boca.
Logo, surgiu a oportunidade de fazer um teste para locutor e redator de notícias.
Assim, começava a traçar sua trajetória profissional.







Walmor Bergesch Walmor Bergesch Walmor Bergesch



Era início de 1955 quando Walmor veio para Porto Alegre, para trabalhar na Rádio Farroupilha, morar em pensão, e foi até a emissora para falar com o diretor geral da Rádio, Dinarte Armando.
O jovem fez teste para locutor com José Salimen Junior, que já trabalhava lá, e foi aprovado. “Daí começou uma amizade que vai até hoje”, relembra.
Depois disso, o diretor musical ainda descobriu que o jornalista sabia tocar gaita (harmônica) de boca.
Acabou ganhando outro contrato na Farroupilha, o de solista.
E conforme Walmor foi aprimorando seu desempenho na locução, foi crescendo e ganhando mais espaço.
Passou a atuar, também, na redação de notícias e a fazer reportagens. Na emissora ele ficou até surgir a televisão, em 1959.
Ele ajudou na implantação da TV Piratini, a primeira emissora de televisão do estado do Rio Grande do Sul, em 1959.
Neste ano, foi um dos 16 selecionados, entre os profissionais do Diário de Notícias, Farroupilha e Difusora, a pedido de Assis Chateaubriand, diretor dos Diários e Emissoras Associados, para ir ao Rio de Janeiro fazer um curso sobre televisão.
Passou cerca de seis meses na TV Tupi aprendendo sobre a nova mídia, que já operava desde 1950 e 1951 em São Paulo e no Rio.


Na volta, com o conhecimento adquirido, integrou a equipe que instalou e inaugurou a TV Piratini em dezembro de 1959.
Walmor produzia três programas e apresentava dois deles.
“A TV Piratini foi a grande formadora de profissionais de televisão na década de 60, quando surgiram os três primeiros canais no Estado”, lembra, referindo-se à TV Gaúcha e TV Difusora, que surgiriam na seqüência.
No final de 1961, produziu e gravou, juntamente com Paulo Ruschel, o primeiro VT do Rio Grande do Sul.
A TV Piratini já havia recebido o equipamento, mas só usaria em janeiro do próximo ano.
Walmor se prontificou a estrear a tecnologia.
O jornalista reuniu todos os amigos em casa para o tão esperado momento, mas ninguém conseguiu assistir.
Descobriu que graças às configurações feitas pelo inexperiente técnico no estúdio, a exibição foi um fracasso.
“Depois a gente ria... mas o pioneirismo tem disso”, avaliou o jornalista. Antes disso, tudo era feito ao vivo.


Walmor Bergesch


Walmor Bergesch


Uma de suas façanhas foi conseguir trazer, para um programa de Bibi Ferreira, atores americanos famosos nos anos 1960, como Anthony Perkins e Karl Malden, que tinham ficado retidos no aeroporto Salgado Filho, a caminho de Buenos Aires.
Em 1962, a TV Gaúcha estava se preparando pra entrar no ar.
A convite de Maurício Sirotsky, o fundador do Grupo RBS, o profissional foi chamado para atuar na inauguração da emissora como chefe de programação.
Em 1967, viajou para os Estados Unidos para conhecer emissoras e aprender tudo o que faltava sobre televisão.
Em 1969 aceitou proposta para trabalhar na inauguração do terceiro canal de Porto Alegre: a TV Difusora – atual Band RS.
Assumiu como superintendente geral da emissora, tratando das áreas de operação, produção e programação, ao lado de Salimen, que era responsável pela parte de mercado, administrativo e financeiro.

Em 1972, participou da primeira transmissão a cores do Brasil, durante a Festa da Uva, em Caxias do Sul.
Walmor, junto com Salimen Júnior, foi quem introduziu a cor na televisão brasileira, em 1972, quando dirigia a TV Difusora de Porto Alegre, atual TV Bandeirantes.
Após 1975 fez estágios em várias emissoras de TV nos Estados Unidos.
Nesta mesma época, em que era crescente a produção de vídeos independentes nos EUA, fez um projeto para instalação, em São Paulo, da primeira produtora independente de vídeos no Brasil.
Mais uma vez em parceria com Salimen, passou a buscar recursos e apresentar a idéia a investidores.
Até que Nelson e Maurício Sirotsky tomaram conhecimento do projeto e, neste meio tempo, enquanto não se consolidavam os apoios, Walmor foi convidado a retornar ao Grupo RBS.
“Treze anos depois, o bom filho à casa torna”, considera o jornalista.


De volta à empresa, criou a diretoria de Marketing, que teve como primeiro grande projeto mudar a marca Rede Brasil Sul de Comunicação para RBS.
Depois, à medida em que foram desenvolvendo a marca, foi a vez das emissoras de televisão terem suas nomenclaturas simplificadas.
Em 1987, com uma grande reestruturação, passou a ser diretor da RBS TV para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina e, logo em seguida, superintendente de Mídia Eletrônica – Rádio e TV.
Em 1990, criou a área de Novos Negócios que, a partir de projeto de televisão por assinatura, em parceria com a Globo, deu origem à Net.
Assim, em 1995, através dele, surgiu a idéia da TVCom e, no ano seguinte, do Canal Rural e implantou redes regionais de TV em vários estados brasileiros.



Walmor Bergesch




Em 2000 e 2001, Walmor ainda participou do projeto, com sede em São Paulo, de implantação e operacionalização da TV a cabo, com fundos americanos e sócios brasileiros, no Nordeste.
Na RBS ficou até 2000 exercendo o cargo de vice-presidente da área de TV por assinatura.
Seu mais recente projeto, foi o livro “Os Televisionários Gaúchos – 50 Anos de TV no Sul”, lançado em 2010, que conta a história de 50 anos da televisão gaúcha.


Walmor Bergesch



Foi casado com Marilene Bittencourt, empresária de design de móveis.
Do primeiro casamento, Walmor teve três filhos: Mylene, César e Fernando.
Aos 73 anos lutava contra um câncer nos rins.
Walmor Bergesch, faleceu à 1h10 no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.
Está sepultado no Cemitério Evangélico da Comunidade Evangélica de Porto Alegre.
Ele deixa esposa, três filhos e cinco netos.


Fotos: acervo digital do site nossadica



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Antes e Depois




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Celso Brönstrup




Celso Brönstrup - Engenheiro florestal, topógrafo, empresário, líder político e vice-prefeito de Estrela, de 01/01/1989 a 31/12/1992, período no qual foi secretário municipal de Obras, Viação e Serviços Urbanos, em 1989-1990.
Nas eleições municipais de 03/10/1996, concorreu como candidato a prefeito municipal pelo PMDB, perdendo com 7.102 votos.
Nas eleições municipais de 03/10/2004, foi eleito pelo PPS, com 9.881 votos (51%), com mandato de 01/01/2005 a 01/01/2009.
* 09/12/1954, em Languiru, filho de Hedi Millarch e + Marno Brönstrup, casado com Marisa Casagrande Brönstrup, tendo os filhos Rodrigo e Martina.
A solenidade da posse ocorreu na Praça Mena Barreto, defronte à Prefeitura.
Seu secretariado iniciou assim formado: Administração e Recursos Humanos: Joel Barcelos Mallmann; Fazenda: Marco Aurélio Wermann; Educação, Cultura e Turismo: Erci Pedro Albarello; Esporte e Lazer: Nardir Rosemundo Steffens; Desenvolvimento Urbano: Renato Alfredo Horn; Desenvolvimento Rural e Agricultura: Rugart Dahlfeldt; Meio Ambiente e Saneamento: Ana Marli Sieben; Saúde, Assistência Social e Vice-prefeita: Irene Terezinha Hein Veloso da Silveira.


Celso Brönstrup Celso Brönstrup Celso Brönstrup Celso Brönstrup Celso Brönstrup Celso Brönstrup Celso Brönstrup Celso Brönstrup Celso Brönstrup Celso Brönstrup Celso Brönstrup Celso Brönstrup



CELSO BRÖNSTRUP
Vice-prefeito eleito


Nos quatro momentos de governo interino, num total de 86 dias, Celso Brönstrup deu notável contribuição ao primeiro governo de Mariani.
Iniciou como secretário municipal de Obras, Viação, Serviços Urbanos e Trânsito, de maio de 1989 a maio de 1991.
Encontrou o Parque de máquinas sucatado e sem recursos para novos equipamentos.
Tanto como secretário, como vice-prefeito, procurou trabalhar em harmonia com a administração.
Coube-lhe a tarefa de recuperar as vias públicas, danificadas constantemente por cinco enchentes.
Uma de suas batalhas foi a criação e estabelecimento de um Distrito Industrial, no Km 2 da Rota do Sol, em Novo Paraíso, em área de terras de Mário Cláudio Vier.
Vários empresários, através da ACIE, não apoiaram o projeto, temendo a escassez de mão-de-obra.
Diante da discussão criada, o prefeito Mariani preferiu um meio termo, para evitar confronto, o que fez com que o secretário devolvesse o cargo. Mesmo assim, como vice-prefeito, na interinidade, tocou o barco para frente, apenas lamentando a falta de ousadia do prefeito.
Ainda assim, assumiu a chefia do Executivo, durante 77 dias, nas férias do titular: de 18 a 21/07/1989; de 2 a 31/01/1990; de 04/02/1991 a 01/03/1991 e de 15/01/1992 a 03/02/1992.
O projeto do Distrito Industrial foi desconsiderado, preferindo alguns empresários ir ao encontro dos interesses dos bancos, fazendo vultosos depósitos em cadernetas de poupança e demais especulações financeiras, sem risco e com lucro mais fácil...


Celso Brönstrup
Prefeito eleito
Irene Terezinha Hein Veloso da Silveira
Vice-prefeita
De 01/01/2005 a 31/12/2008


Em 03/10/2004, houve novas eleições municipais. Participaram 12 partidos políticos.
Com 9.881 votos e 53,54% dos sufrágios válidos, pela coligação Estrela mais Ação mais Compromisso, formada pelo PPS, PL e PT PPS, PL e PT, foi eleito Celso Brönstrup, do PPS.
Os demais candidatos foram: Carlos Rafael Mallmann, do PTB, com 7.250 votos, ou seja 39,28%, pela coligação do PTB, PMDB, PP, PDT, PTN, PFL e PSDB. José Inácio Birck, do PSB, obteve 1.324, ou seja 7,17%, pela coligação do PSB e PV.
O total de 921 eleitores vieram às urnas sem votar em candidatos propostos, dos quais 600 anularam o voto e 321 votaram em branco.



Celso Brönstrup
Prefeito reeleito
Irene Terezinha Hein Veloso da Silveira
Vice-prefeita
De 01/01/2009 a 31/12/2012


Nas eleições municipais de 05/10/2008, Celso Brönstrup foi reeleito, pelo PPS, com 6.702 sufrágios, isto é 35,29 %.
Concorreram como candidatos: Carlos Rafael Mallmann, pelo PSDB, com 6.688 sufrágios, ou seja 35,21 %, pela diferença de 14 votos.
José Adão Braun, pelo PP, obteve 5.603 votos, ou seja 29,50 %, pela diferença de 1.085 votos.


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E imagem da página 19 da Nossa Revista - 1991
Fonte: Dicionário de Estrela e Estrela Ontem e Hoje de José Alfredo Schierholt



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Os Metralhas - Bloco carnavalesco do início da década de 60




Os Metralhas



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Em 1952 Vasco Ruschel e Hugo Schneider eram atrações na rádio Alto Taquari




Vasco Ruschel e Hugo Schneider



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Rio Taquari
Praia do Cascalho




Antes da barragem de Bom Retiro do Sul represar as águas do Rio Taquarí o nível do mesmo era bem mais baixo, e havia a Praia do Cascalho, com sua ilha, seu barzinho, e era ponto de encontro da sociedade estrelense no verão.


Praia do Cascalho Praia do Cascalho Praia do Cascalho Praia do Cascalho Praia do Cascalho Praia do Cascalho Praia do Cascalho Praia do Cascalho Praia do Cascalho Praia do Cascalho Praia do Cascalho Praia do Cascalho



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Ervino Reinaldo Sulzbach
Músico, instrumentista e compositor, especialista em bandonion




Ervino Reinaldo Sulzbach


Nascido em Cruzeiro do Sul no ano de 1931, filho de Leopoldo Edgar Sulzbach e Maria Hauschild, casado com Iria Strell.
Com 1 ano de idade veio morar em Estrela, em 1932.
Por oito anos trabalhou na padaria de Benno Hauschild, que primeiro pertenceu a Leopoldo Sulzbach e Maria Hauschild Sulzbach (Irmã de Benno Hauschild).
Em 1940 veio morar no bairo Boa União, na rua João Inácio Sulzbach (hoje bairro das Indústrias), perto da Igreja Nossa Senhora Aparecida (duas quadras acima).
Em 1975 vieram morar no atual endereço


Com Helmute Trein formou a famosa Dupla H-81, na extinta rádio Alto Taquari.
Já gravou 35 CDs em produção independente com 733 músicas.


Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach



No início da década de 60 Ervino Sulzbach se apresentava em programas de autitório na Rádio Independente de Lajeado e se apresentava um programa na extinta rádio Alto Taquari todos os sábados à tarde, quando tocava bandônion ao vivo.
Em 04 de maio de 1966, com a Orquestra União de Estrela, ao lado de Juca Eidelwein, Jorge Eidelwein e Edy Eidelwein, animaram o primeiro baile do Chucrute realizado na Sociedade Ginástica de Estrela (SOGES).

Os Remanescentes - Conjunto musical bandinha típica em Estrela, que se caracterizava por apresentações de música diversificada, para animar festas e bailes, sob a batuta de Ervino Sulzbach.
Em fevereiro de 2001 foi desativado, por motivos de doença.

Além de Os Remanescentes, integrou orquestras e conjuntos musicais, como Jazz Copacabana, Zíngaros Alegres, Arno e sua Banda e o Jazz União.
Por diversos anos foi integrante da Banda Municipal de Estrela, inclusive sendo eleita a melhor banda do estado.


Representou Estrela por este Rio Grande do Sul a fora em diversos encontros de bandoneistas.

Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach Ervino Reinaldo Sulzbach


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Fonte: Dicionário de Estrela de José Alfredo Schierholt e em entrevista realizada por João André Mallmann



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Daniel Groenendal




Daniel Groenendal


Daniel Groenendal - Técnico das Indústrias e Cooperativas de Laticínios Ltda., em Estrela, onde se casou em 31/12/1932 com Silvina Viana, filha da viúva Verônica Zimmermann Viana.
Daniel foi funcionário público e já aposentado fazia as cobranças de mensalidades da Sociedade Ginástica de Estrela (SOGES).
Casouse pela segunda vez com Francisca Paulina Lara.
Residiu durante muitos anos na esquina das ruas Venâncio Aires com Fernando Abott.
Daniel também foi lutador de box profissional.


Seu filho com Silvina Viana, José João Maurício Groenendal, nasceu em Estrela em 08/08/1938 e foi Padre e médico.
Depois de exercer por 20 anos o ministério sacerdotal na Congregação do Santíssimo Redentor, cursou a Medicina em Rio Grande e Passo Fundo, formando-se em 1983.
Para atender os próprios religiosos redentoristas, especializou-se em cirurgia e clínica geral, atendendo também comunidades sem assistência médica.
Foi ordenado sacerdote em 02/07/1963, na igreja de Santa Terezinha do Tietê, SP.
Faleceu com a cuia na mão, tomando chimarrão.


Daniel Groenendal Daniel Groenendal Daniel Groenendal Daniel Groenendal


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Fonte: Dicionário de Estrela de José Alfredo Schierholt



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Em 1978 este era o carro utilizado na campanha política do ex-Prefeito Gabriel Mallmann




Carro utilizado na campanha

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